PERCEPÇÃO DOS PAIS QUANTO AO ACOLHIMENTO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

revisão integrativa

Autores

Palavras-chave:

Acolhimento. UTI Neonatal. Percepção.

Resumo

É fundamental que a enfermagem atue garantindo e promovendo toda a segurança que os recém-nascidos requerem, de modo que, aumente os índices de sobrevivências desses pacientes, por meio de um cuidado humanizado, assegurando o contato pele a pele, fiscalizando e controlando a iluminação e ruídos, certificando que haja a participação da família, além de todos os cuidados com a nutrição adequada. Deste modo justifica-se a essa pesquisa, devido ao impacto que o bem estar dos pais, auxilia na promoção em saúde de seu recém nascido e a importância de analisar como se dá a percepção destes em relação ao acolhimento prestado, e assim, auxiliando para criar estratégias que visam a melhora da qualidade da assistência e acolhimento dentro da Unidade de Terapia Intensiva O presente estudo tem como  objetivo geral, descrever a literatura nacional sobre as  evidências  científicas  atuais  sobre a percepção dos pais/familiares de filhos internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal em relação ao acolhimento prestado. Trata-se de um estudo de revisão integrativa da literatura, os estudos foram realizados, nas bases de dados eletrônicas em saúde indexadas no portal da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), sendo elas: SCIELO, MEDLINE, LILACS, IBECS, BDENF, e nas plataformas do Google Acadêmico e Periódico CAPES. Para a triagem dos artigos, utilizou-se o método Prisma (2009), Instrumento de Análise de Estudos de Revisão Integrativa. Obteve-se um total de 6 artigos considerados relevantes para este trabalho, e destes, observou-se que, quanto à percepção dos pais em relação ao acolhimento, 3 mostram boas relações com a equipe e 3 mostram que ainda há alguns pontos negativos em relação ao bom acolhimento. Portanto, conclui-se que está tendo acolhimento dentro da assistência, devendo haver ainda melhorias nestas condutas.

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Biografia do Autor

Emanuelle de Cássia Souza Santiago, Universidade do Estado de Mato Grosso

Enfermeira pela Universidade do Estado de Mato Grosso. Pós graduada em Enfermagem de Urgência e Emergência pela Faculdade Venda Nova do Imigrante

Iany Eduarda Borges Rodrigues, Universidade do Estado de Mato Grosso

Discente do curso de Bacharelado em Enfermagem pela Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT).

Aliny Nunes da Cruz, Universidade do Estado de Mato Grosso

Discente do curso de Bacharelado em Enfermagem pela Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT).

Claudia Schmidt Moura, Universidade do Estado de Mato Grosso

Discente do curso de Medicina pela Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT).

Lucas Henrique Rocha, Universidade do Estado de Mato Grosso

Discente do curso de Bacharelado em Enfermagem pela Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT).

Kaizza Martins Alves, Universidade do Estado de Mato Grosso

Discente do curso de Medicina pela Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT)

Amadeu Alves de Almeida Júnior, Centro Universitário UniFG

Psicólogo clínico, atuando também como psicólogo no Centro de Referência da Educação Inclusiva Operacional (CREIO). Possui especialização em Saúde Pública.

Marcelize da Silva Conceição Teixeira, Universidade do Estado de Mato Grosso

Enfermeira pela Universidade do Estado de Mato Grosso

Publicado

2025-03-31

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