Uso do ácido mandélico no tratamento de hipercromias pós-inflamatória: uma revisão de literatura
DOI:
https://doi.org/10.6008/CBPC2236-9600.2020.002.0005Palavras-chave:
Epiderme, Hipercromias, Melanogenese, Ácido MandélicoResumo
O cuidado com a pele é algo cada vez mais frequente nos dias atuais, estando a hiperpigmentação entre as primeiras queixas dos pacientes em procedimentos estéticos. O ácido mandélico é um alfa-hidroxi-ácido amplamente utilizado no tratamento de hipercromias por sua eficaz ação clareadora que pode ser utilizada em todos os fototipos de forma segura. Por conter uma molécula de alto peso, o ativo permeia de forma lenta na pele agindo na síntese de melanina. O presente estudo visa explicar resumidamente a estrutura da epiderme e do melanócito, a síntese da melanina como responsável pela pigmentação cutânea e a ação do peeling mandélico como ativo despigmentante A metodologia utilizada foi o estudo bibliográfico que consiste na coleta de informações baseando-se em estudos pré-existentes disponíveis em livros, artigos e sites inerentes à área da saúde. Após a seleção do material de estudo, foi realizado a leitura, análise minuciosa e interpretação das informações, dando subsídio para o fichamento de dados e consequente fundamentação teórica. A partir da análise das informações pode-se concluir que as hipercromias são resultantes de diversos fatores e que o ácido mandélico é uma opção menos agressiva para o tratamento dessa disfunção, apresentando resultados satisfatórios. Por se tratar de uma molécula com alto peso, sua permeação é mais lenta e uniforme, agindo como um estimulador de colágeno, no entanto, seu uso indiscriminado pode acarretar queimaduras, equimoses e outros efeitos adversos, tornando aconselhável sua administração por pessoal capacitado.
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